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Mostrando las entradas de agosto, 2025

The Train of Nine Dreams

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  The Train of Nine Dreams Ritualistic tale in two chapters Themes: Friendship, dreams, adventure, family, discovery Chapter 1: The Whistle That Awakens the Adventure In a quiet corner of the Uruguayan countryside , surrounded by golden fields and trees that whisper ancient stories, lives the Alves family : Mama Clara, Papa Ernesto, and their nine children, each with a unique sparkle in their eyes. The eldest, Tomás, dreams of becoming an inventor; the youngest, Lucía, collects stones she believes can speak. One spring morning, Clara announces with a voice trembling with emotion: —We’re going to Montevideo . By train. To see the sea … and meet your cousins. The children burst into cheers, hugs, and questions. What will the capital be like? Will the buildings touch the sky? Will the cousins know how to play hide-and-seek like they do? Will the sea smell like stories? Ernesto, once a railway worker, prepares the journey as a ritual. He gives each child a symbolic object: • To Tomás...

O Trem dos Nove Sonhos

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  O Trem dos Nove Sonhos Conto ritualista em dois capítulos Temas: Amizade, sonhos, aventura, família, descobertas Capítulo 1: O Apito que Desperta a Aventura Num canto do interior uruguaio , cercado por campos dourados e árvores que sussurram histórias antigas, vive a família Alves : mamãe Clara, papai Ernesto e seus nove filhos, cada um com um brilho único nos olhos. O mais velho, Tomás, sonha em ser inventor; a menor, Lucía, coleciona pedras que acredita que falam. Numa manhã de primavera, Clara anuncia com a voz trêmula de emoção: —Vamos para Montevidéu . De trem. Conhecer o mar… e os primos. As crianças explodem em gritos, abraços e perguntas. Como será a capital? Os prédios tocarão o céu? Os primos saberão brincar de esconde-esconde como eles? O mar terá cheiro de histórias? Ernesto, que foi ferroviário, prepara a viagem como um ritual. Para cada filho, entrega um objeto simbólico: • Para Tomás, uma bússola sem agulha . • Para Lucía, uma pedra azul que encontrou na infân...

El Tren de los Nueve Sueños

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  El Tren de los Nueve Sueños Cuento ritualista en dos capítulos Temas: Amistad, sueños, aventura, familia, descubrimiento Capítulo 1: El Silbido que Despierta la Aventura En un rincón del interior uruguayo , rodeado de campos dorados y árboles que susurran cuentos antiguos, vive la familia Alves: mamá Clara, papá Ernesto y sus nueve hijos, cada uno con un brillo distinto en los ojos. El mayor, Tomás , sueña con ser inventor; la menor, Lucía , colecciona piedras que cree que hablan. Una mañana de primavera, Clara anuncia con voz temblorosa de emoción: —Nos vamos a Montevideo . En tren. A conocer el mar… y a sus primos. Los niños estallan en gritos, abrazos y preguntas. ¿Cómo será la capital? ¿Los edificios tocarán el cielo? ¿Los primos sabrán jugar a la escondida como ellos? ¿El mar tendrá olor a cuentos? Ernesto, que fue ferroviario , prepara el viaje como un ritual. A cada hijo le entrega un objeto simbólico: A Tomás, una brújula sin aguja . A Lucía, una piedra azul qu...

The Bridge of the Bowls

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  High atop a hill where the sun seemed to sing, lived an old woman named Luma , a weaver of stories and guardian of an ancestral secret: every people in the world had an invisible bowl, made of memories, laughter, and tears. But those bowls were empty… until someone shared. One day, Luma decided to invite the peoples of the north, the south, the east, and the west to a ceremony. There were no speeches, no flags, no protocols. Just a long table, made of living wood , where each person brought something: 🌽 golden corn from Mexico , 🍞 warm bread from Uruguay , 🍇 sweet grapes from Greece , 🍵 fragrant tea from Japan , 🎶 and songs from every corner. When the first child poured water into a neighbor’s bowl, something magical happened: the bowls began to glow. Not because of what they held, but because of the gesture. The old woman smiled. “This is the Bridge of the Bowls ,” she said. “It isn’t built with stone, but with acts of love.” Since then, every time someone shares, respects...

A Ponte das Tigelas

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  A Ponte das Tigelas No alto de uma colina onde o sol parecia cantar, vivia uma anciã chamada Luma , tecelã de histórias e guardiã de um segredo ancestral: cada povo do mundo possuía uma tigela invisível, feita de memórias, risos e lágrimas. Mas essas tigelas estavam vazias… até que alguém compartilhasse. Um dia, Luma decidiu convidar os povos do norte, do sul, do leste e do oeste para uma cerimônia. Não havia discursos, nem bandeiras, nem protocolos. Apenas uma mesa longa, de madeira viva, onde cada um trazia algo: 🌽 milho dourado do México , 🍞 pão quente do Uruguai , 🍇 uvas doces da Grécia , 🍵 chá perfumado do Japão , 🎶 e canções de todos os cantos. Quando a primeira criança serviu água na tigela do vizinho, algo mágico aconteceu: as tigelas começaram a brilhar. Não pelo que continham, mas pelo gesto. A anciã sorriu. “Esta é a Ponte das Tigelas”, disse. “Não se constrói com pedra, mas com atos de amor .” Desde então, cada vez que alguém compartilha, respeita, escuta ou abra...

🪁 Between Kites and Hugs

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                                            Chapter I: The Invisible Thread The sun caressed the midday sky at the Portal of the Sun , and Grandpa Julián, with wise hands and a serene gaze, spread scraps of paper, sticks, and string across the table. His grandson, Tomás, watched with wide eyes, full of questions and wonder. — Today we’re going to build something that flies — said the grandfather — but not just in the sky… also in the heart. As they cut, tied, and painted, Julián shared stories from his own childhood: how, with just a piece of rice paper and a fallen branch, he had learned to make kites with his neighborhood friends. Not everyone could have one, but they always found a way to share the flight. — A kite isn’t only yours when you make it — he said —. It belongs to everyone who watches it rise and dreams with it. Tomás listened in silence, feeling that each word wo...

🪁 Entre pipas e abraços

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  Capítulo I: O fio invisível O sol acariciava o meio-dia no Portal do Sol , e o avô Julián, com mãos sábias e olhar sereno, espalhava sobre a mesa os retalhos de papel, varetas e cordão. Seu neto, Tomás, o observava com olhos grandes, cheios de perguntas e admiração. — Hoje vamos construir algo que voa — disse o avô —, mas não apenas no céu… também no coração. Enquanto cortavam, amarravam e pintavam, Julián contava suas próprias aventuras de infância: como, com apenas um pedaço de papel de arroz e um galho caído, havia aprendido a fazer pipas com os amigos do bairro. Nem todos podiam ter uma, mas sempre encontravam uma forma de compartilhar o voo. — Uma pipa não é só sua quando você a faz — disse ele —. Ela pertence a todos que a veem subir e sonham com ela. Tomás escutava em silêncio, sentindo que cada palavra tecia um fio invisível entre ele e seu avô. Capítulo II: O céu compartilhado Naquela tarde, saíram para o campo atrás da casa. O vento dançava entre as árvores, como se s...

"Entre cometas y abrazos"

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  🪁 Entre cometas y abrazos Capítulo I: El hilo invisible El sol acariciaba el mediodía en el Portal del Sol , y el abuelo Julián, con manos sabias y mirada serena, desplegaba sobre la mesa los retazos de papel, cañas y cordel. Su nieto, Tomás , lo observaba con ojos grandes, llenos de preguntas y asombro. —Hoy vamos a construir algo que vuela —dijo el abuelo—, pero no solo en el cielo… también en el corazón. Mientras cortaban, ataban y pintaban, Julián narraba sus propias aventuras de infancia: cómo, con apenas un trozo de papel de arroz y una rama caída, había aprendido a hacer cometas junto a sus amigos del barrio. No todos podían tener una, pero siempre encontraban la forma de compartir el vuelo. —Una cometa no es solo tuya cuando la haces —le dijo—. Es de todos los que la miran elevarse y sueñan con ella. Tomás escuchaba en silencio, sintiendo que cada palabra tejía un hilo invisible entre él y su abuelo.   Capítulo II: El cielo compartido Esa tarde, ...

El Puente de los Tazones

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    El Puente de los Tazones En lo alto de una colina donde el sol parecía cantar, vivía una anciana llamada Luma, tejedora de historias y guardiana de un secreto ancestral: cada pueblo del mundo tenía un tazón invisible, hecho de memorias, risas y lágrimas. Pero esos tazones estaban vacíos… hasta que alguien compartía. Un día, Luma decidió invitar a los pueblos del norte, del sur, del este y del oeste a una ceremonia. No había discursos, ni banderas, ni protocolos. Solo una mesa larga, de madera viva, donde cada uno traía algo: 🌽 maíz dorado de México , 🍞 pan tibio de Uruguay , 🍇 uvas dulces de Grecia , 🍵 té perfumado de Japón , 🎶 y canciones de todos los rincones. Cuando el primer niño sirvió agua en el tazón del vecino, algo mágico ocurrió: los tazones comenzaron a brillar. No por lo que contenían, sino por el gesto. La anciana sonrió. “Este es el Puente de los Tazones”, dijo. “No se construye con piedra, sino con actos de amor.” Desde entonc...

"Fogo de chuva e memória: um conto para abraçar a alma"

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  Fogo de Chuva e Memória Capítulo I: O Fogão e a Pergunta A chuva caía como um sussurro antigo sobre o telhado do Portal do Sol . Lá dentro, o fogão crepitava com paciência, e a avó mexia uma panela que perfumava a casa com lembranças. O neto, com mãos pequenas e olhos grandes, ajeitava os gravetos como se cada faísca fosse uma estrela querendo despertar. —Vovó, como vocês faziam quando não havia telefone? —perguntou, enquanto Pety se espreguiçava no tapete, testemunha silenciosa do ritual. A avó sorriu, e seus olhos viajaram longe. —Não tínhamos telefone, nem luz elétrica. Para avisar algo, caminhávamos até a casa do vizinho. As cartas demoravam dias, mas cada palavra era um abraço. Cozinhávamos com lenha, e a noite se iluminava com lamparinas de querosene . O silêncio era companheiro, não castigo. O menino franziu a testa, fascinado. —E como sabiam o que acontecia no mundo? —Ouvíamos rádio, quando funcionava. Mas mais do que notícias, o que importava era o canto dos pássaros, o...

"Fuego de lluvia y memoria: un cuento para abrazar el alma"

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  Fuego de Lluvia y Memoria Capítulo I: La Estufa y la Pregunta La lluvia caía como un susurro antiguo sobre el tejado del Portal del Sol . Adentro, la estufa crepitaba con paciencia, y la abuela removía una olla que perfumaba la casa con recuerdos. El nieto, con manos pequeñas y ojos grandes, acomodaba los leños como si cada chispa fuera una estrella que quería despertar. —¿Cómo hacían cuando no había teléfono, abuela? —preguntó, mientras Pety se estiraba en la alfombra, testigo silenciosa del ritual. La abuela sonrió, y sus ojos viajaron lejos. —No teníamos teléfono, ni luz eléctrica. Para avisar algo, se caminaba hasta la casa del vecino. Las cartas tardaban días, pero cada palabra era un abrazo. Cocinábamos con leña, y la noche se iluminaba con lámparas de kerosén . El silencio era compañero, no castigo. El niño frunció el ceño, fascinado. —¿Y cómo sabían qué pasaba en el mundo? —Escuchábamos la radio, cuando funcionaba. Pero más que noticias, lo que importaba e...

"El susurro que no pedía permiso" Un cuento ritual en dos capítulos

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  " El susurro que no pedía permiso "   Capítulo I: Cuando el silencio empezó a hablar No fue un trueno. No fue un sueño. Fue mientras lavaba una taza, como cada noche, cuando el silencio empezó a hablar. El agua tibia corría entre sus dedos, y la cerámica blanca parecía más brillante que de costumbre. Fue entonces que lo sintió: un susurro. No tenía palabras, ni tono, ni urgencia. Pero estaba ahí. Como si el aire le dijera algo sin decir nada. Se detuvo. Miró la taza. La giró. Nada. Pero el susurro seguía. Intentó ignorarlo. Pensó que era cansancio, o alguna idea suelta. Se rió de sí mismo. “Estoy escuchando cosas”, murmuró. Pero el susurro no se ofendió. No se fue. Solo esperó. Esa noche, mientras se acostaba, lo volvió a sentir. No era una voz. Era una certeza sin forma. No decía qué hacer. No pedía nada. Solo estaba. Al día siguiente, todo parecía igual. Pero él no lo era. La taza, al tomarla, parecía más liviana. El camino al trabajo, más largo. Las palabras de los ...

🌞 Círculo de Escucha y Luz – Bienvenid@ al Portal del Sol 🌞

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🌞 Círculo de Escucha y Luz – Bienvenid@ al Portal del Sol 🌞 Si has llegado hasta aquí, no es por casualidad. Este espacio es un santuario digital donde la palabra se convierte en puente, y el silencio, en abrazo. 💬 ¿Necesitás ser escuchad@? ¿Sentís que tu voz merece un eco, que tu historia pide ser compartida? Aquí hay un círculo abierto, sin juicio, sin prisa. Un lugar donde la escucha es ritual y la presencia es medicina. 📲 Podés entrar en contacto por Grupo  WhatsApp : 👉 Hola a todos aquí les dejo el link para chat personal o participar del grupo de WhatsApp, te espero. Gracias por acompañarnos! Abre este enlace para unirte a mi grupo de WhatsApp:      https://chat.whatsapp.com/J9sXqBXI1ivB9s9maH2ig1?mode=ac_t 🌿 Ese círculo no cura, pero sostiene. Porque aún hay tiempo para florecer. Porque aún hay palabras que curan. Porque aún hay luz ( Servicio gratuito, de corazón a corazón) Estamos aquí para acompañarte, desde la luz, con respeto y cuidado. ...

"The Seven of the Flame"

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  " The Seven of the Flame " "The Seven of the Flame" Each year, when the full moon rises over the skies of Artigas , seven wandering souls return to the same clearing where their sacred bond was born. No written invitations. No spoken promises. Only an ancient knowing , planted deep in their hearts, guides them to the fire. The flame is lit without words. Its glow dances on faces marked by time, yet filled with wisdom. One by one, the friends place a small symbol at the foot of the fire—a stone, a letter, a photograph, a piece of cloth... objects that carry fragments of their lives. Then, the rite begins. Each voice rises, not to recount feats, but to bare the soul. They speak of pain and joy. Of losses and discoveries. Of love that broke them and love that made them whole again. The stars above, silent witnesses, seem to lean closer to the sacred circle . There is no judgment. Only deep listening. When the last heart has opened, the group joins hands. Not ...

"Os Sete da Chama"

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  " Os Sete da Chama " A cada ano, quando a lua cheia se ergue sobre os céus de Artigas , sete almas peregrinas retornam ao mesmo clareira onde nasceu seu pacto sagrado . Não há convites escritos, nem promessas ditas. Apenas um saber antigo, semeado em seus corações, que os guia até a fogueira . O fogo se acende sem palavras. Sua luz dança sobre rostos marcados pelo tempo, mas cheios de sabedoria. Um a um, os amigos depositam aos pés das chamas um pequeno símbolo: uma pedra, uma carta, uma fotografia, um pedaço de tecido... objetos que carregam fragmentos de suas vivências. Então, começa o rito. Cada voz se ergue, não para contar feitos, mas para desnudar a alma. Falam da dor e da alegria. De perdas e encontros. Do amor que os partiu e do amor que os reconstruiu. As estrelas, testemunhas silenciosas, parecem inclinar-se sobre o círculo sagrado. Não há julgamentos. Apenas escuta. Quando o último coração se abre, o grupo dá-se as mãos. Não para encerrar o ritual, mas par...

"Los Siete de la Llama"

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  " Los Siete de la Llama " Cada año, cuando la luna alcanza su plenitud sobre los cielos de Artigas , siete almas peregrinas regresan al mismo claro donde nació su pacto sagrado. No hay invitaciones escritas, ni promesas dichas. Solo un saber antiguo, sembrado en sus corazones, que los guía hacia la hoguera. El fuego se enciende sin palabras. Su luz baila sobre rostros marcados por el tiempo, pero llenos de sabiduría. Uno a uno, los amigos depositan al pie de las llamas un pequeño símbolo: una piedra, una carta, una fotografía, un trozo de tela… objetos que contienen fragmentos de sus vivencias. Y entonces, comienza el rito. Cada voz se alza, no para contar hazañas, sino para desnudar el alma. Hablan del dolor y del gozo. De pérdidas y encuentros. Del amor que los quebró y del amor que los reconstruyó. Las estrellas, testigos silenciosos, parecen inclinarse hacia el círculo sagrado. No hay juicios. Solo escucha. Cuando el último corazón se ha abierto, el grupo se toma ...